Mirandela · Vila Flor · Alfândega da Fé · Mogadouro
Casas da Linhagem José
Oito gerações de gente de aldeia de Trás-os-Montes, de Soeima e Covelas até Freixeda e Remondes, e dali para Santos em 1911 e para o Ipiranga, em São Paulo. Cada freguesia aparece com o seu brasão.
Casa de Freixeda e vizinhasCasa Zava (Remondes)Casa Marcello (Remondes)Brasil
As freguesias
Os lugares onde os registos paroquiais encontram os seus antepassados. Vila Verde e Mogadouro foram pesquisadas, mas ainda não têm ancestral direto confirmado. Brasões oficiais da Heráldica Cívica (heraldicacivica.com).
O território
Mapa esquemático do nordeste transmontano, com os caminhos das linhagens até a partida para o Brasil. As posições seguem o mapa que você enviou e as distâncias são aproximadas. Passe o mouse sobre um brasão do mapa.
Soeima e CovelasOs heptavós Miguel Fernandes e Maria Gonçalves são de Soeima. António Fernandes e Tereza Lopes casam em 1738 em Sambade e vivem em Covelas.
Sambade, 1766Maria José, nascida em Covelas em 1739, casa com Manoel Rodrigues, viúvo de Macedinho.
Trindade, 1806Leonor Thereza, nascida em Macedinho em 1781, casa com João Baptista, de Freixeda.
Freixeda, 1884Francisco Manuel e Maria Augusta casam. Manuel José nasce em 1886.
Remondes, 1868 e 1871José Luiz Zava casa com a prima Thereza; António José Marcello casa com Maria do Rosário.
Remondes, 1906Francisco Serafim e Justina casam em janeiro. Arminda nasce em 1 de dezembro.
Santos e Rio, 1911Manuel José desembarca em Santos em fevereiro; Arminda chega ao Rio de Janeiro, pela Ilha das Flores.
Ipiranga, 1950Em São Paulo nasce Sérgio José, seu pai.
A linhagem
De Sérgio e Carlos Gustavo até os heptavós. Toque num nome para ver a ficha, com datas, padrinhos e a imagem do registo que a comprova. O brasão ao lado do nome mostra a freguesia de origem.
Use a roda do mouse para aproximar e afastar, arraste para navegar e clique num nome para ver a ficha. No celular, use pinça e arraste.
Notas e limites
Cobertura da linhagem
Esta página mapeia 57 de 510 ancestrais possíveis até a 8ª geração (cerca de 11%). Contando pai e mãe em cada geração, os ancestrais até os heptavós somam 510 pessoas, em 255 casais. O que está documentado aqui é a linha do pai; a linha da mãe ainda não foi mapeada.
As contagens consideram só pessoas com assento ou fonte identificada. Genealogia não é completa por definição: onde falta registro, a casa fica vazia.
Aviso sobre os ofícios nos assentos
Proprietário(a) nos assentos antigos quer dizer, em geral, quem possuía terras ou bens próprios, e não necessariamente quem era rico. Em aldeias pobres, um pequeno pedaço de terra bastava para o escrivão usar a palavra.
Lavrador é quem cultivava a terra, muitas vezes a sua própria ou arrendada, com gado e ferramentas. Jornaleiro é quem vivia de jornal, ou seja, de trabalho pago por dia, sem terra suficiente. Na prática a mesma pessoa podia aparecer com títulos diferentes em registros diferentes.
Por isso estes termos descrevem a posição social que o padre anotou naquele dia, e não uma situação fixa. Em Remondes, por exemplo, o assento de óbito de José Luiz Zava traz a anotação de que foi enterrado "pela grande pobreza", o que mostra que a palavra "proprietário" nem sempre indica folga econômica.
Arquivo Genealógico Reservado
Casas da Linhagem José
Digite as credenciais autorizadas para desbloquear as árvores e registros paroquiais.